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domingo, 15 de maio de 2016

Adaptação na Escola.

Qual é o papel da escola na adaptação ?
A escola é representada pela figura da professora, que tem um papel fundamental. Ela deve ser duplamente sensível, para entender os anseios dos adultos e das crianças. A professora deve acolher a criança, mostrar as instalações da escola, apresentar os coleguinhas. O ideal é que atenda individualmente cada aluno durante o período de adaptação. Os pais podem acompanhar tudo por meio dos relatos delas, que, nesse período inicial, devem estar mais atentas do que nunca ao comportamento e à alimentação das crianças.
Como lidar com o choro?
É preciso identificar se não é um choro manipulador, pois há crianças que fazem uso dessa artimanha para impedir que os pais as deixem. Muitas vezes, a criança chora ao ver o familiar se afastando, mas, logo depois, para e começa a brincar com os coleguinhas. Há momentos em que é importante ir embora sem olhar para trás, para evitar que essa situação se arraste por mais tempo. Converse com os professores e coordenadores para decidir como agir em casos como esse. E lembre-se: chorar um pouco em uma situação como essa é até saudável.
Como os pais podem participar e ajudar no período de adaptação ?
Além de acompanhar os primeiros dias da criança na escola, é importante que a família se envolva, conheça as instalações da escola, os professores, os coordenadores e os pais dos outros alunos. Muitas escolas oferecem atividades de adaptação específicas para os pais (sim, para você também é um período de adaptação). Se for o caso da escola do seu filho, não perca. É uma excelente oportunidade de conhecer os outros pais, o que também facilita a integração das crianças. E, quando as aulas começarem, não bombardeie o seu filho com perguntas. É importante escutar o que ele tem a dizer e perguntar o que aprendeu, mas nunca pressione por respostas.

A importância da Matemática.


O professor possui uma função importante que é propiciar às crianças um ambiente em que possam explorar diferentes idéias matemáticas, que não sejam apenas numéricas, mas também referentes à geometria, às medidas e às noções de estatística, de forma prazerosa e que possam compreender a matemática como fator inserido na vida.


É imprescindível também que o professor avalie se o trabalho desenvolvido está atingindo os objetivos preestabelecidos, só assim poderá redirecionar sua prática pedagógica, com vistas a promover uma aprendizagem de matemática significativa para as crianças. A ludicidade quando aplicada com objetivos pertinentes, permite sua adequação para as demais áreas do conhecimento, representadas nesse contexto pela Matemática. A interação, a socialização de idéias e troca de informações são elementos indispensáveis nas aulas de matemática em todas as fases de escolaridade.
Desenvolvimento
Existem muitas formas de conceber e trabalhar com a matemática na Educação Infantil. A matemática está presente na arte, na música, em histórias, na forma como organizamos o pensamento, nas brincadeiras e jogos infantis. O importante é que o professor perceba que pode trabalhar a matemática na Educação Infantil sem se preocupar tanto com a representação dos números ou com o registro no papel, pode colocar em contato com a matemática crianças de todas as idades, desde bebês. A criança é um ser em formação. Deve-se cuidar para que essa formação seja natural e a mais rica possível em termo de possibilidades. De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil, a Educação Infantil é colocada como a primeira etapa da Educação Básica, devendo ser ofertada pelo Estado com qualidade garantida.

Linguagem Oral e Escrita

Crianças de quatro a seis anos
  • Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, interessando-se por conhecer vários gêneros orais e escritos e participando de diversas situações de intercâmbio social nas quais possa contar suas vivências, ouvir as de outras pessoas, elaborar e responder perguntas;
  • Familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores de texto e da vivência de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário;
  • Escutar textos lidos, apreciando a leitura feita pelo professor;
  • Interessar-se por escrever palavras e textos ainda que não de forma convencional;
  • Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
  • Escolher os livros para ler e apreciar.

A importância das Artes Visuais na Educação Infantil

 A Importância das Artes Visuais na Educação Infantil visa não à importância da beleza estética, mas a capacidade da criança de produzir e criar segundo suas habilidades e seu olhar de mundo.
            As Artes Visuais na Educação Infantil desenvolve uma conscientização e valorização do ser humano, em especial às crianças, não pelo o que ela tem de material ou pelo seu valor econômico e sim, a valorização dele (a) como pessoa humana, capaz de criar e recriar. Valorizando sua existência, sua dignidade, seu poder de ser e estar no mundo e fazer parte dele vivenciando seus direitos e deveres de cidadão ativo e atuante da sociedade.
            Nas atividades artísticas, no manuseio de diversos objetos, materiais e no contato com variadas formas de expressão de arte, possibilitaremos a ampliação cultural, o diálogo com o mundo, a valorização e cuidado com o outro, a justiça, a solidariedade, o cuidado com o meio ambiente e a promoção humana.

Tchau, fraldinhas!

1. Preparando o terreno
Durante este dia façam atividades que abordem o uso do banheiro. Converse com a criança sobre o que irá acontecer nos próximos dias. Explique que a partir de alguns dias ela não vai mais precisar usar a fralda e que isso será muito legal.

2. Banheiro
É lá onde fazemos as necessidades A partir deste dia é importante começar a limpar acidentes somente dentro do banheiro. Quando a fralda/calça estiver cheia de cocô, faça a criança colocar o cocô dentro da privada e dar descarga. Esse processo ajuda a criança a relacionar o banheiro com o xixi e o cocô.
3. Um tempinho de reflexão
Incentive a criança a ficar sentada no pinico ou privada de roupa. Para que ela aprenda a se sentar por um período nesses locais. Tenha em mãos livros, brinquedos ou outras atividades para entreter a criança. Não force ela a ficar sentada. Tente tornar as brincadeiras interessantes. Caso não seja possível, seja insistente.
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4. Água, a melhor amiga das crianças
Lembre-se de sempre fazer a criança lavar as mãos depois de sair do banheiro. Criar esse hábito desde cedo torna a tarefa automática quando ela crescer. Faça uma brincadeira com a água da torneira para tornar esse processo mais divertido.
5. Brincadeiras de banheiro
Não pergunte para a criança se ela quer ir ao banheiro, simplesmente vá até lá e a chame para brincar com você lá dentro. Assim você vai transformar a ida até lá mais natural.
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6. Faça observações
Vale anotar no celular, no papel ou até mesmo no banheiro, mas procure deixar anotado o que funcionou ou algumas observações que podem ajudar no processo do xixi e cocô no vaso.
Assim que a criança acordar, leve-a ao banheiro, fale para tirar a fralda ou calcinha sozinha puxando as fitinhas laterais e sente o pequeno na privada. É sempre uma boa ideia fazer as outras atividades matinais enquanto ela está sentada no vaso (como escovar os dentes, pentear o cabelo, etc…). Durante este horário a maioria das crianças usam o banheiro, este é o momento perfeito para dar um tom de sucesso para o resto do dia. Se após os primeiros 10 minutos a criança não usar o banheiro com sucesso, siga em frente para a próxima atividade do dia.
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8. Crie uma “rotina do banheiro”
É fácil e ela deve incluir:
Entrar no banheiro;
Tirar a calça;Ficar sentado por 10 minutos ou fazer necessidades;Dar descarga;Lavar as mãos.
9. Deixe-a livre
Sem o uso de roupas, a criança começa a ver o que acontece quando ela precisa ir ao banheiro. Ela percebe que se não faz no vaso o xixi escorre pela perna, que molha o chão, que o cocô suja o chão. No caso de um acidente, faça ela te ajudar a limpar, mas sem pressão. Sem falar nada, entregue um pano para a criança ajudar a limpar. No caso do cocô, pegue com um papel ou saco plástico e leve a criança até o banheiro. Faça ela colocar o cocô na privada e dar descarga. Explique que alí é a casa do cocô e do xixi. Nessa hora vale até o famoso “dar tchau para o cocô”.
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10. Seja sincero
Sempre que possível explique o que vai acontecer e o que você espera da criança. Não tente explicar enquanto as coisas já estão em andamento.